SEJAM BEM VINDOS

Álbuns de Chris Cornell entre os mais vendidos após a sua morte

Reprodução Google

 

Em maio, fomos obrigados a dar uma notícia triste que não queríamos dar: o falecimento de Chris Cornell, um dos fundadores do movimento grunge e nome que se tornou icónico no Mundo da Música por dar voz a projetos musicais como os Soundgarden, Temple of the Dog e Audioslave, além de uma carreira a solo bem sucedida.

No entanto, como se tem verificado nas últimas décadas, a morte de uma estrela é capaz de se repercutir de forma incrível por todo o mundo, gerando um efeito que por vezes até nos passa ao lado. Hoje, é sobre esse mesmo fenómeno que vamos falar.

Parece que se está a tornar regra: sempre que morre um músico muito acarinhado pelo público, as vendas e streams das suas músicas e álbuns mais populares disparam e catapultam rapidamente para os tops das tabelas.

As razões para o aumento de tais vendas variam, claro: os fãs mais devotos dos trabalhos de tais músicos querem ouvir as suas músicas favoritas uma vez mais numa tentativa de encontrar algum tipo de consolo nas palavras e voz de quem partiu; por outro lado, os fãs casuais ou aqueles que poderão nem sequer conhecer o trabalho do artista atrevem-se a fazer o investimento (seja através de tempo ou dinheiro) para entender o porquê de tamanha comoção.

Foi isto que aconteceu com Chris Cornell. O efeito que a morte do artista gerou nas redes sociais e nos media é de facto notável. Durante alguns dias após o falecimento do artista vimos notícias serem partilhadas no nosso feed, tributos em forma de texto ou de partilha de música e assistimos ainda à reviravolta infeliz quando surgiram notícias que davam conta de que o artista não tinha morrido por causas naturais, mas sim cometido suicídio.

No entanto, em termos de vendas da sua música, que diferenças se notaram? É isso mesmo que procuramos entender nos próximos parágrafos.

 

mundodemusicas

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